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Caderno Mercado

Pesquisas para o 2º turno: confira o calendário de divulgação

Pesquisas para o 2º turno: confira o calendário de divulgação

A reta decisiva da eleição presidencial de 2026 contará com uma sequência de levantamentos eleitorais para medir o pulso do eleitorado na disputa entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Os novos dados começam a ser divulgados no meio da semana e culminam com publicações na véspera da votação.

Nova rodada da Quaest sai nesta quarta-feira

A primeira atualização do cenário ocorre nesta quarta-feira (21), com os números da Quaest. Na sondagem anterior do instituto, o quadro apontava indefinição com empate técnico: Flávio Bolsonaro pontuava 46% contra 44% de Lula, mantendo a diferença rigorosamente dentro da margem de erro.

Para a nova amostragem, registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-08535/2026, foram ouvidos 2.154 eleitores com idade a partir de 16 anos, no intervalo de 17 a 20 de outubro. A pesquisa apresenta nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Datafolha atualiza cenário eleitoral na quinta-feira

Na quinta-feira (22), será a vez do Datafolha revelar suas projeções para o segundo turno. O relatório passado do instituto também apontava um duelo equilibrado no limite da margem, computando 47% para Flávio Bolsonaro e 45% para Lula.

O novo levantamento entrevistou 2.520 pessoas entre os dias 13 e 15 de outubro. Sob o código BR-09709/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o trabalho estatístico tem margem de erro de dois pontos percentuais e 95% de índice de confiança.

Reta final: pesquisas na véspera da votação

No sábado (24), dia que antecede o comparecimento às urnas, os dois institutos divulgarão seus diagnósticos finais para a presidência da República.

A pesquisa derradeira da Quaest (registro BR-09158/2026) ouvirá 3.702 votantes entre 23 e 24 de outubro. Simultaneamente, o Datafolha (registro BR-09540/2026) coletará a opinião de 4.050 brasileiros no mesmo intervalo. Ambas as apurações contam com margem de tolerância de dois pontos percentuais e confiança estabelecida em 95%.

Fonte: G1 - Política