Novo MacBook Pro com tela touch pode custar até R$ 183 mil no Brasil
O primeiro MacBook Pro com tela sensível ao toque, lançado pela Apple nesta quarta-feira (28), pode custar até R$ 183 mil no Brasil ao considerar a configuração máxima do computador combinada com a contratação de softwares e garantia estendida.
Para alcançar esse patamar de preço, o consumidor precisa selecionar o modelo de 16 polegadas equipado com tela de vidro nano-texture, processador M5 Max, 128 GB de memória unificada e armazenamento de 16 TB em SSD. A conta final também engloba as licenças dos programas Final Cut Pro e Logic Pro, além do plano AppleCare Protection Plan.
Alternativas no setor automotivo e de transportes Com a mesma quantia gasta na máquina topo de linha, seria viável adquirir um carro elétrico compacto como o BYD Dolphin Mini GS, comercializado por R$ 120 mil. Nesse cenário, ainda restariam R$ 62 mil — valor suficiente para quase 10 mil litros de gasolina. O montante também permitiria montar uma pequena frota de trabalho com dez unidades da moto Honda CG 160 Start ou até 17 exemplares da Honda Pop 110i ES.
Investimento em educação e outros eletrônicos O valor do computador da marca norte-americana equivale exatamente a 12 mensalidades do curso de medicina na PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná) para o ano de 2026, restando ainda R$ 6.200 após a quitação de um ano inteiro de estudos. Outra alternativa para quem dispõe dessa verba é comprar cinco unidades da versão de entrada do próprio MacBook Pro touchscreen, que tem preço inicial fixado em R$ 35 mil no país para o modelo de 14 polegadas com chip M5 Pro.
Poder de compra em itens essenciais e comparação salarial No setor de alimentação, os R$ 183 mil seriam suficientes para adquirir 135 cestas básicas em São Paulo, tomando como base o levantamento divulgado pelo Procon-SP e pelo Dieese, deixando um troco de R$ 900. Em termos macroeconômicos, o preço do lançamento equivale a 112 salários mínimos do piso nacional de 2026, o que representa o equivalente a nove anos e quatro meses de trabalho remunerado com o salário básico.
Fonte: Folha - Mercado