Como funciona o serviço de checagem do Fato ou Fake nas eleições
Criado em 2018, o Fato ou Fake é um projeto colaborativo de verificação de informações que reúne profissionais de sete redações diferentes. O serviço tem como missão principal analisar a veracidade de declarações públicas de candidatos durante entrevistas e debates políticos em todo o país.
Histórico e evolução da ferramenta Desde o seu lançamento, a iniciativa já publicou mais de 5 mil checagens. Em 2025, o núcleo de jornalismo passou a contar com uma equipe fixa de três repórteres e um editor alocados na redação do g1, com foco exclusivo nessas apurações. Todo o conteúdo produzido é distribuído simultaneamente para todas as plataformas parceiras do projeto.
Critérios de seleção e o que entra na mira O escopo de verificação abrange conteúdos virais e declarações com impacto direto no debate público que possam ser investigados de maneira autônoma e isenta.
Subtítulo relevante sobre o assunto O trabalho diário segue diretrizes de correção, agilidade e imparcialidade. Por outro lado, opiniões, boatos ofensivos, projeções sobre o futuro e teorias conspiratórias ficam de fora da lista de conteúdos elegíveis para análise.
Metodologia de apuração e ferramentas tecnológicas O processo de verificação detalha ao público todas as fontes consultadas. Além de documentos oficiais, dados estatísticos, registros históricos e estudos, a equipe utiliza tecnologias de detecção de conteúdos gerados por inteligência artificial e realiza entrevistas com especialistas da área.
Como funciona a cobertura ao vivo Durante os períodos eleitorais, o grupo recebe reforço de jornalistas de veículos como TV Globo, GloboNews, CBN, “O Globo”, “Valor Econômico” e “Extra”.
Detalhe específico se necessário Enquanto nas primeiras edições as conclusões saíam apenas após o encerramento, o modelo adotado desde as eleições municipais de 2024 permite a publicação das primeiras respostas ainda com o programa no ar.
Classificação por selos informativos Para sintetizar os resultados das análises, os jornalistas utilizam três classificações padronizadas: #FATO, #NÃOÉBEMASSIM e #FAKE.
Parágrafo final com conclusão ou contexto mais amplo Com redações integradas e dezenas de profissionais mobilizados, a operação combina velocidade e rigor técnico para entregar informações checadas diretamente ao eleitorado, estendendo a cobertura para análises aprofundadas em programas especiais de televisão e redes sociais.
Fonte: G1 - Política