Liderança do PT aponta crime eleitoral por falta de ônibus em capitais
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, classificou como “muito grave” a redução na oferta de transporte público durante o segundo turno das eleições, apontando uma tentativa deliberada de interferência no pleito por parte de gestores municipais.
H2: Acusações contra prefeitos e menção às big techs Em declaração concedida na chegada a um hotel na região central de São Paulo, o dirigente partidário afirmou que a escassez de coletivos em capitais como São Paulo e Salvador evidenciou o descumprimento da legislação vigente.
Segundo o político, a situação “só reafirma a manipulação que o PT vem enfrentando desde o pleito”. Na avaliação do dirigente, as prefeituras da capital paulista, administrada por Ricardo Nunes (MDB), e de Salvador, liderada por Bruno Soares Reis (União Brasil), cometeram infrações penais eleitorais passíveis de punição.
H3: Impacto nos eleitores e posicionamento sobre o TSE O representante petista sustentou que a restrição de veículos afeta diretamente a base eleitoral do partido e cobrou uma postura rigorosa do Judiciário.
Sobre a atuação do Tribunal Superior Eleitoral, o dirigente declarou que “o TSE faça cumprir a legislação”, enfatizando a expectativa de que as instituições brasileiras saiam fortalecidas do processo democrático.
H2: Prorrogação da votação pelo STF Diante dos problemas generalizados na circulação de ônibus, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a extensão do horário de votação até as 19h em todo o território nacional.
A medida atendeu a uma petição de urgência protocolada pela coligação do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, que apontou restrições de frota em pelo menos nove estados, incluindo São Paulo, Alagoas e Rio de Janeiro. Paralelamente, a campanha de Flávio Bolsonaro solicitou a extensão do horário em municípios do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais afetados por temporais.
H2: Transtornos e filas nos terminais de São Paulo Eleitores enfrentaram longas horas de espera, pontos lotados e coletivos parados em garagens na capital paulista e na Região Metropolitana, mesmo após determinação da Justiça Eleitoral para manutenção de 100% da frota.
No Terminal Varginha, moradores relataram esperas de até três horas. Situações semelhantes ocorreram em Santana e no Jardim Ângela, onde passageiros precisaram aguardar sob chuva, enquanto relatos apontavam motoristas que se recusavam a iniciar os itinerários de votação.
Fonte: G1 - Política