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Caderno Mercado

MDB vai anunciar apoio majoritário a Flávio Bolsonaro após ato nesta terça, diz presidente do partido

MDB vai anunciar apoio majoritário a Flávio Bolsonaro após ato nesta terça, diz presidente do partido

Flávio Bolsonaro com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) e o governador reeleito do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos)
Vittor Sales
O presidente nacional do MDB, deputado federal Baleia Rossi (SP), afirmou nesta terça-feira (13) que o partido vai formalizar apoio majoritário à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.
O anúncio será feito durante o ato marcado para esta tarde, em São Paulo. Na ocasião, 17 dos 27 diretórios estaduais do partido deverão divulgar adesão à candidatura.
➡️Atualização: após a publicação da reportagem, diretórios do MDB do Norte e do Nordeste anunciaram que apoiam a chapada candidata à reeleição, formada por Lula e Geraldo Alckmin. A lista inclui os diretórios dos seguintes estados: Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia.
Agora no g1
Segundo Baleia Rossi, o apoio a Flávio reúne diretórios de todas as regiões do país, inclusive do Nordeste. No primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, teve mais votos do queo candidato do PL na região.
“Tomamos a decisão que o povo tomou nas urnas no primeiro turno, que é o desejo de mudança. E desejando que Flávio repita a gestão [de] Ricardo Nunes e [de] Tarcísio de Freitas”, afirmou o presidente do partido.
Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo, é filiado ao MDB. Já o vice-governador paulista, Felicio Ramuth, é do mesmo partido.
Dos 27 diretórios estaduais do MDB, nove já haviam declarado apoio a Lula ainda no primeiro turno. Outros 17 devem oficializar a adesão a Flávio Bolsonaro, enquanto um diretório permanece neutro.
De acordo com Baleia Rossi, o posicionamento dos diretórios está consolidado. O presidente da legenda não espera mudanças de posição entre os grupos que apoiam os dois candidatos.

Fonte: G1 - Política