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Caderno Mercado

Vazamento expõe dados de mais de 40 mil agentes de segurança dos eua

Vazamento expõe dados de mais de 40 mil agentes de segurança dos eua

Informações detalhadas de mais de 40 mil trabalhadores do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) caíram na rede na última quarta-feira (28), divulgadas por um grupo especializado na publicação de conteúdo vazado.

Riscos para operações sigilosas O material exposto abrange registros de profissionais alocados em setores altamente sensíveis, a exemplo de inteligência humana, monitoramento e missões encobertas.

O conteúdo veio a público inicialmente por intermédio de outra facção, que adota a alcunha de “Department of Peace”.

Reação oficial do governo Em nota, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos afirmou estar “ciente de um possível vazamento” e trabalhar para resolver a situação de forma rápida e eficaz. O órgão disse ainda que busca garantir a proteção de seus funcionários e que divulgará atualizações quando houver mais informações.

Órgãos federais atingidos Os documentos comprometidos englobam contatos telefônicos, nomes e endereços de correio eletrônico de servidores de diversas divisões subordinadas ao DHS, tais como:

* Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE); * Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP); * Investigações de Segurança Interna (HSI); * Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura (CISA).

Além disso, constam funções e listas de distribuição internas que facilitam o reconhecimento de servidores encarregados de perícias digitais, vigilância e acões secretas.

Checagem de veracidade e fontes Apesar de a autenticidade global dos arquivos não ter sido validada de maneira independente, o cruzamento de dados de seis nomes com registros de birôs de crédito e bases da dark web — via plataforma District 4 Labs — apontou correspondências.

A verificação telefônica com três servidores também atestou a precisão dos números e dados particulares, sendo que um deles desconhecia totalmente o ocorrido até o contato.

Enquanto parte do conteúdo apenas repetia informações públicas extraídas de redes profissionais como o LinkedIn, outra parcela trazia dados sigilosos sobre a arquitetura interna do órgão federal e iniciativas operacionais inéditas.

Fonte: Mundo