Mega-sena acumula e prêmio dispara para r$ 305 milhões
O prêmio da Mega-Sena acumulou e agora está estimado em R$ 305 milhões após o sorteio do concurso 3.075, realizado na noite desta segunda-feira (26) em São Paulo. Inicialmente, a faixa principal estava estimada em R$ 294 milhões, mas nenhum bilhete cravou as seis dezenas sorteadas.
Números sorteados e premiação secundária
As dezenas sorteadas no concurso foram: 07 – 10 – 14 – 27 – 36 – 55. Apesar de ninguém ter levado a bolada principal, milhares de apostadores faturaram prêmios menores nas faixas de acertos.
Na quina, com 5 acertos, houve 182 apostas ganhadoras, com cada uma levando o valor de R$ 19.433,12. Já na quadra, que registrou 4 acertos, 11.018 bilhetes foram premiados, rendendo R$ 458,57 para cada ganhador.
Mega semana com sorteios consecutivos
Esta semana é marcada pela chamada Mega semana, que contará com um total de cinco sorteios consecutivos realizados até sexta-feira (30). Devido a esse calendário especial, a dinâmica traz três sorteios semanais que ocorrem às terças, quintas e domingos.
Como fazer sua aposta
Para quem deseja tentar a sorte no próximo concurso, a aposta mínima custa R$ 6. Os jogos podem ser registrados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica do país, além do site e aplicativo Loterias Caixa.
O pagamento da aposta online pode ser efetuado via PIX, cartão de crédito ou internet banking para correntistas da instituição. É obrigatório ter idade igual ou superior a 18 anos. No caso dos bolões digitais, as compras podem ser feitas até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
Probabilidades de ganhar
A chance de vencer na loteria muda conforme a quantidade de números jogados. Para uma aposta simples de seis dezenas, ao custo de R$ 6, a probabilidade de acertar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, conforme dados da instituição.
No extremo oposto, uma aposta com 20 dezenas — que é o limite máximo permitido —, custa R$ 232.560,00 e apresenta uma probabilidade de vitória de 1 em 1.292.
Fonte: G1 Economia