Governo diz que CNU 2027 pode ofertar até 3 mil vagas; realização de provas depende da aprovação do Orçamento de 2027
O Ministério da Gestão e da Inovação (MGI) informou que uma eventual edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) em 2027 poderá ofertar entre 2 mil e 3 mil vagas.
A realização do concurso, no entanto, depende da aprovação da proposta de orçamento do próximo ano, enviada ao Congresso Nacional no fim de agosto.
“Como sempre informamos, a realização de um novo CPNU em 2027 está condicionada à aprovação do PLOA e do espaço fiscal para novas vagas que será aprovado pelo Congresso Nacional”, afirmou o ministério, em nota.
“Considerando concursos já autorizados e novos que podem ser definidos (dependendo do PLOA), duas a três mil novas vagas compensam a realização de um CPNU em 2027”, completou a pasta.
Saiba como se preparar para enfrentar um concurso
No início desta semana, o MGI já havia informado ao g1 que a realização do certame dependeria da aprovação do orçamento do próximo ano.
Na ocasião, o ministério também destacou que considera o CPNU uma política pública voltada à renovação, à modernização e à democratização do acesso ao serviço público federal.
A intenção do governo é consolidar o modelo como um processo permanente de seleção de servidores, com edições em ciclos regulares, preferencialmente a cada dois anos.
“Dessa forma, a ideia é que o CPNU se consolide como um processo permanente de seleção de servidores, com edições realizadas em ciclos regulares, idealmente a cada dois anos, de forma a garantir planejamento, recomposição gradual da força de trabalho e maior previsibilidade para os candidatos e para os órgãos públicos”, declarou a pasta.
Segundo o governo, o modelo despertou interesse de estados e municípios, “o que abre a possibilidade de utilizar a experiência acumulada pelo governo federal na realização de concursos públicos em larga escala e trabahar em parceria com entes federados”.
Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) em 2027 poderá ofertar entre 2 mil e 3 mil vagas, se orçamento for aprovado pelo Congresso
Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi
Fonte: G1 - Política