A maior queda foi observada na Região Nordeste (-5,2%) |Foto: Agência Brasil/EBC

A produção industrial recuou em oito dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na passagem de outubro para novembro deste ano. A maior queda foi observada na Região Nordeste (-5,2%). O resultado da região agrega a indústria de todos os seus nove estados.

Os três estados nordestinos que também são analisados individualmente tiveram as maiores quedas em novembro: Pernambuco (-4,9%), Bahia (-2,1%) e Ceará (-1,9%). Outros estados com recuos em suas produções industriais foram Goiás (-1,6%), Rio de Janeiro (-1,2%), Rio Grande do Sul (-0,8%) e Espírito Santo (-0,5%).

Santa Catarina manteve sua produção estável na passagem de outubro para novembro. Cinco estados tiveram crescimento: Pará (6,6%), Minas Gerais (5,9%), Amazonas (4,4%), Paraná (2,4%) e São Paulo (1,6%).

Outras comparações

Na comparação com novembro de 2015, no acumulado do ano e no acumulado de 12 meses, o IBGE também avalia o desempenho da indústria do Mato Grosso. Ou seja, nos demais tipos de comparação temporal, são analisados 15 locais.

Na comparação com novembro de 2015, nove locais tiveram queda na produção, com destaque para Goiás (-16,6%). Seis locais tiveram crescimento, entre eles o Pará, que teve a maior alta (9,8%).

Nos acumulados do ano e de 12 meses, 14 dos 15 locais tiveram queda. O Espírito Santo foi o estado com pior desempenho nos dois tipos de comparação, com quedas de 20,3% no acumulado do ano e de 20,1% no período de 12 meses.  O Pará foi o único estado com resultados positivos, de 9,3% no acumulado do ano e de 8,5% no acumulado de 12 meses.

Agência Brasil

, ,


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Search

About

Lorem Ipsum has been the industrys standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown prmontserrat took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book.

Lorem Ipsum has been the industrys standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown prmontserrat took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book. It has survived not only five centuries, but also the leap into electronic typesetting, remaining essentially unchanged.

Gallery