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Caderno Mercado

Fachin vota em Brasília e pede paz e tranquilidade após o segundo turno

Fachin vota em Brasília e pede paz e tranquilidade após o segundo turno

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, votou na manhã deste domingo (25), em Brasília, e afirmou que o Brasil precisa de “paz e tranquilidade” após o segundo turno para enfrentar os desafios do país.

Votação na Asa Sul

O ministro compareceu às 11h09 à Escola Classe da 214 Sul, localizada na Asa Sul, para registrar seu voto. Na ocasião, ele defendeu veementemente que o veredito das urnas seja respeitado por toda a sociedade.

“É preciso sempre lembrar que toda autoridade e todo o poder emana do povo e, portanto, é fundamental que sejam respeitadas as escolhas que derivarem da manifestação da soberania popular”, afirmou.

Desafios pós-eleição

Para o chefe da Suprema Corte, o término da disputa eleitoral coloca sobre os ombros dos futuros vencedores a responsabilidade de solucionar os problemas nacionais mais urgentes.

“Isso é importante, é relevante e necessário. O Brasil precisa de paz e tranquilidade para, a partir de amanhã, enfrentar os grandes desafios em diversas áreas que demandam a presença do Estado e, obviamente, o atendimento às legítimas demandas”, afirmou.

Elogios à Justiça Eleitoral

Além do apelo democrático, o magistrado aproveitou a oportunidade para elogiar o trabalho conduzido pela Justiça Eleitoral durante todo o pleito, destacando que o Judiciário cumpre rigorosamente sua função institucional.

Segundo Fachin, a Justiça Eleitoral, “fiel a sua tradição”, tem realizado seus procedimentos de maneira “adequada, segura e transparente”.

O ministro também manifestou gratidão aos colaboradores envolvidos na organização do segundo turno em território nacional, citando nominalmente juízes, juízas e presidentes de mesa.

Participação popular

O chefe do STF ressaltou a importância da presença dos eleitores, estendendo um agradecimento especial tanto aos idosos quanto aos jovens que exercem o direito ao voto pela primeira vez.

“A eleição e o segundo turno terminam hoje e isso significa que, a partir de amanhã, os desafios aguardam os escolhidos, os eleitos, para cumprirem com os seus deveres constitucionais”, afirmou.

No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, o ministro já havia votado na capital federal com posicionamento semelhante, classificando o pleito como um instrumento legítimo de soberania popular e definindo as eleições periódicas, íntegras, seguras, transparentes e auditáveis como “o motor da democracia”.

Fonte: G1 - Política