Procon questiona reajuste na tarifa de energia no Ceará
O reajuste de 13,64% na tarifa residencial de energia elétrica no Ceará é questionado pelo Procon Fortaleza. O órgão, vinculado à prefeitura de Fortaleza, notificou a Companhia Energética do Ceará (Coelce) a justificar o aumento na conta de energia, que está acima da inflação dos últimos 12 meses. O Procon pede que a Coelce explique quais foram os parâmetros utilizados para calcular o reajuste. O Código de Defesa do Consumidor considera prática abusiva a elevação de preços sem justa causa. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça-feira, 19, reajuste tarifário para quatro distribuidoras de energia, que atendem consumidores do Ceará, da Bahia, do Rio Grande do Norte e de Sergipe. Os novos preços começaram a valer na sexta-feira, 22. Em nota, a Coelce informou que recebeu a notificação e que vai responder no prazo determinado pelo Procon, que é de dez dias úteis. Segundo a companhia, o reajuste de 13,64% “evoluiu nos últimos dez anos abaixo da variação do IGP-M e do IPCA do mesmo período”. A empresa também explica que 5,73% dos 12,97% de reajuste médio (envolvendo consumidores residenciais e industriais) se refere a custos próprios e 7,24%, à compra de energia elétrica e a encargos. BANESE ANTECIPA ATÉ 100% DO VALOR DAS RESTITUIÇÕES DO IRPF – O Banco do Estado de Sergipe (Banese) dispõe de linha de crédito que possibilita a antecipação das restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2016 – o IRPF 2016. De acordo com o superintendente de Crédito do banco, Wesley Teixeira Cabral, os clientes podem ter antecipado, de forma rápida, até 100% do valor da restituição. Para requerer a antecipação, os interessados devem indicar o Banese como agente recebedor da restituição nas suas declarações do imposto de renda. O empréstimo será quitado em parcela única, quando ocorrer o crédito da restituição pela Receita Federal na conta corrente do cliente. O “Credi-Imposto de Renda Banese” pode ser contratado nas 63 agências do banco, espalhadas na capital e no interior. O Banese recomenda que o cliente confira o Custo Efetivo Total (CEF) da operação na hora da contratação do seu empréstimo. Outras informações sobre as condições de acesso ao produto podem ser obtidas no endereço eletrônico www.banese.com.br. SESI LANÇA CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A LEI SECA – Conscientizar todos os envolvidos no ambiente escolar sobre a lei 12.760 de 2012, que trata sobre a Lei Seca e estabelece tolerância zero para a ingestão de bebidas alcoólicas. Com esse objetivo, o Serviço Social da Indústria (SESI) lançou uma campanha dentro das escolas da Rede SESI de Educação em Sergipe. Alunos do ensino médio, prestes a completar 18 anos de idade, principal público alvo da campanha, conheceram através de uma palestra realizada pelos policiais da Companhia de Polícia de Trânsito (CPTran), os soldados Damasceno e Lorena, a Lei Seca e o Artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro, bem como as penalidades para quem for flagrado dirigindo sob o efeito do álcool ou qualquer outra substância psicoativa que causa dependência. Considerado infração gravíssima, entre as penalidades por dirigir alcoolizado, o condutor ganha sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e perde o direito de dirigir por 12 meses. O condutor ainda sofre retenção do veículo e é punido com R$ 1.915,00 de multa, além de outras penalidades possíveis. CERTIFICAÇÃO PARTICIPATIVA DE PRODUTOS ORGÂNICOS GARANTE AUTONOMIA PARA AGRICULTORES – Tirar a certificação de produtos agroecológicos das mãos das grandes empresas terceirizadas e passar a tarefa para os próprios agricultores, num modelo compartilhado, horizontal, descentralizado e transparente. Essa é a Certificação Participativa em Rede (CPR), projeto desenvolvido pela Rede Ecovida de Agroecologia. A certificação feita pelos próprios agricultores funciona através das Opacs (Organismo Participativo de Avaliação da Conformidade), que são uma espécie de certificadoras formadas pelos próprios agricultores e por consumidores, comerciantes e técnicos. A fiscalização das Opacs consiste em visitas técnicas às propriedades, com a finalidade de avaliar se na prática as normas estão sendo cumpridas e se os produtos orgânicos estão nas condições ideais. Essa fiscalização participativa permite que os agricultores troquem experiências, conhecimentos e dicas, o que é uma forma difundir conhecimentos sobre agroecologia. CRÉDITO DO BANCO DO NORDESTE A MPES CRESCE 65% EM CINCO ANOS – O volume de crédito destinado a micro e pequenas empresas (MPEs) pelo Banco do Nordeste com o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) cresceu 65% em cinco anos. Em 2015, a instituição contratou R$ 2,14 bilhões com o segmento, frente a R$ 1,29 bilhão em 2010. Somados os recursos internos do Banco ao FNE, os montantes de aplicações registrados com o setor foram de R$ 2,78 bilhões no ano de 2015. Os dados estão publicados no Relatório MPE 2015 e disponíveis na página do Banco do Nordeste na internet, no endereço www.bancodonordeste.gov.br/mpe/relatorio-mpe-2015. O documento presta conta das ações desenvolvidas com o segmento e apresenta resultados de parcerias estabelecidas entre o Banco e as MPEs da região na forma de números que consolidaram as contratações no ano. Em 2015, o estado com maior volume de contratações de micro e pequenas empresas com o Banco do Nordeste foi a Bahia: R$ 577,9 milhões. No estado de Sergipe, o total de investimentos atingiu a ordem de R$ 135,4 milhões. Em toda a área de atuação da instituição, 53,6% dos recursos foram aplicados na região do Semiárido. GASTOS DE BRASILEIROS NO EXTERIOR SÃO OS MENORES PARA MARÇO DESDE 2010 – Com o dólar mais caro e a renda menor, os gastos de brasileiros no exterior ficaram em US$ 1,291 bilhão em março, informou o Banco Central (BC). Esse é o menor valor para o período desde março de 2010, quanto totalizou US$ 1,083 bilhão. No mesmo mês de 2015, os gastos ficaram em US$ 1,504 bilhão. No primeiro trimestre desde ano, os gastos dos brasileiros somaram US$ 2,972 bilhões, contra US$ 5,232 bilhões em igual período de 2015. As receitas de estrangeiros em viagem no Brasil somaram US$ 597 milhões no mês passado contra US$ 548 milhões de março de 2015. No primeiro trimestre, as receitas ficaram em US$
Embarques de café somam US$ 1,3 bi no 1º trimestre
Conforme informações do Ministério da Agricultura, as exportações brasileiras de café atingiram 8,8 milhões de sacas de 60 kg no primeiro trimestre de 2016. Os embarques, principalmente para a União Europeia, Estados Unidos e Japão, representaram divisas de US$ 1,3 bilhão. Os dados são do Informe Estatístico do Café, atualizado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Segundo Airton Camargo, assessor do Departamento de Crédito, Recursos e Riscos da SPA, as vendas externas, embora ainda em números um pouco inferiores às do ano passado (-0,68%), vêm crescendo neste primeiro trimestre, sendo 9,2% de janeiro para fevereiro e 3,3% de fevereiro para março, quando chegaram ao equivalente a 3,1 milhões de sacas. A receita também registrou redução em relação ao ano anterior (-23,4%), por causa dos preços médios inferiores (-22,9%). Mesmo assim, acumula crescimento (10,9% de janeiro para fevereiro e agora mais 1,6%, atingindo US$ 454,8 milhões no mês de março. No mercado interno, neste primeiro trimestre, os preços se mantiveram estáveis, alcançando uma média de R$ 490 a saca de café verde da variedade arábica e de R$ 380 a de robusta. Entre os tipos de cafés, o verde representou 89,4% do total exportado, com 7,9 milhões de sacas. Em seguida, vem o café solúvel, com 10% (875 mil sacas). O restante foi de café torrado (8.145 sacas) e demais subprodutos – cascas, extratos e películas (60.181 sacas). Os preços médios obtidos na exportação estão 22,9% inferiores aos do trimestre anterior, passando de U$ 190,79 para U$ 147,19 a saca. Na balança comercial do agronegócio, o café mantém o quinto lugar entre as commodities de maior destaque, representando 6,5% de todas as exportações do agronegócio, seguida do complexo soja, carnes (bovina, de ave e suína), produtos florestais e sucroalcooleiros. RELAÇÕES COMERCIAIS BRASIL X PERU – Conforme informações do Ministério das Relações Exteriores, em 2013, foi celebrado o décimo aniversário da Aliança Estratégica entre Brasil e Peru. Por ocasião desse aniversário, a Presidenta Dilma Rousseff realizou visita oficial ao Peru, em 11 de novembro. Entre os principais objetivos da aliança estratégica Brasil-Peru estão a integração em infraestrutura, a cooperação (principalmente em temas sociais e em matéria de segurança), a integração fronteiriça e a integração econômico-comercial. No campo da integração física, uma vez concluída a Rodovia Interoceânica, que que liga o Estado do Acre ao Pacífico e inaugurada em 2011, os dois países passaram a estudar um projeto de Ferrovia Bioceânica, objeto de Memorando de Entendimento Brasil-Peru-China assinado em maio de 2015. Esses projetos são estratégicos para a integração das economias do Norte e do Centro-Oeste do Brasil ao Peru e ao Pacífico. Entre os temas de cooperação em temas sociais, destaca-se a cooperação em saúde e em educação. Na área de saúde, o Brasil participou ativamente da implantação de modelo análogo ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) no Peru, em 2012, e tem prestado cooperação na produção de medicamentos de combate à malária e à tuberculose e na criação de sistema similar ao “Farmácia Popular”. No campo da cooperação educacional, o Peru está entre os três maiores emissores de estudantes para programas de graduação e pós-graduação no Brasil. No caso da cooperação em matéria de segurança, é emblemática a integração do Peru ao Sistema de Vigilância e de Proteção da Amazônia (SIVAM-SIPAM), já em curso A integração fronteiriça é um dos temas de destaque no relacionamento bilateral. Em 2009, os dois países estabeleceram, por Acordo, uma Zona de Integração Fronteiriça (ZIF). Com recursos da Corporação Andina de Fomento (CAF), Brasil e Peru vêm elaborando planos de desenvolvimento para a ZIF por meio de projetos em temas como facilitação do trânsito fronteiriço e do intercâmbio comercial; desenvolvimento de serviços sociais básicos; desenvolvimento do transporte rodoviário; integração física, energética e de telecomunicações; cooperação em assuntos ambientais, entre outros. Durante a visita da Presidenta Dilma ao Peru em 2013, foi assinado um Acordo para eliminação da cobrança de roaming em serviços de telefonia móvel na região de fronteira. No campo da integração econômico-comercial, o Acordo de Complementação Econômica nº 58 (ACE-58), assinado em novembro de 2005 entre MERCOSUL e Peru, que prevê total desgravação tarifária até 2019, permitiu que o fluxo comercial entre Brasil e Peru crescesse cerca de 120% nos últimos dez anos. Para avançar ainda mais nesse campo, os dois países estabeleceram, em 2015, uma renovada agenda econômico-comercial, com negociações em aceleração do cronograma de desgravação do ACE-58, investimentos, serviços, compras governamentais e facilitação do comércio, está voltada exatamente para esse objetivo. E agora no dia 13 de abril de 2016 o Governo brasileiro concedeu o agrément ao Senhor José Jesús Guillermo Betancourt Rivera como Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República do Peru no Brasil. Vale destacar que o início do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países foi em 1826. O que é um pedido de agrément? A Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas estabelece que o Estado que envia um Embaixador (Estado acreditante) deverá certificar-se de que a pessoa que pretende nomear conta com o acordo (agrément) do Estado receptor (Estado acreditado). Isso se faz por um procedimento conhecido como “pedido de agrément“, que consiste em consultar o Estado receptor se este está de acordo com a indicação. A Convenção de Viena garante ao Estado receptor o direito de não aceitar a indicação. Por esse motivo, o costume internacional é que todo o procedimento se faça de forma sigilosa: assim evita-se que, em caso de recusa, crie-se constrangimento tanto para as relações bilaterais quanto para a pessoa indicada. Somente em caso de aprovação o pedido e a concessão de agrément tornam-se públicos.
De quem é a culpa?
Marcos Cardoso Jornalista Há uma frase atribuída a Caetano Veloso que diz ser incrível a força que as coisas parecem ter quando elas precisam acontecer. O impeachment de Dilma Rousseff é uma sucessão de ações ardilosas, fracassos e erros que alimentaram e fortaleceram essa coisa que não necessariamente precisava acontecer. Se é o caso de buscar explicações, comecemos pela fadiga de material de um governo que já dura mais de 13 anos, que não soube se renovar diante do desgaste “natural” e a tempo de encontrar a saída para os efeitos da crise econômica mundial manifestada em 2008 e que se agravou justamente às vésperas da reeleição de Dilma, atingindo em cheio as até então festejadas economias emergentes, com destaque para os Brics. O brasileiro antes tão bonzinho já havia dado sinais de descontentamento ainda em 2013. Mas fantásticos índices de aprovação popular, a ausência de um adversário com maior envergadura política e moral, e uma campanha eleitoral bem elaborada e convincente garantiram a reeleição, mesmo que por margem mínima de votos. Logo após a reeleição e já atingida em cheio no órgão que mais dói, o bolso, impaciente com a volta da inflação e do desemprego e influenciada por uma oposição inconformada com o resultado da sua recondução ao Planalto, a maioria foi pouco a pouco se deixando intoxicar pela pregação sobre o aprofundamento da crise, tão desejada pelo Congresso e tão massificada por amplos setores da mídia. O próximo passo era persuadir o popular a pensar que a saída para a crise seria a porta dos fundos do palácio. Primeiro, os inconformados, Aécio Neves à frente, tentaram anular o resultado de uma eleição justa e legítima. E tentaram em vão envolver a presidenta nos crimes revelados aos borbotões pela Operação Lava Jato. Não deu certo porque a cada revelação mais eles se complicavam. Segundo, e então conseguiram algum êxito, fizeram pregar na presidenta a pecha de mentirosa, porque promessas de campanha não estavam sendo cumpridas, como o corte brusco dos programas que permitiram a milhões de pessoas o acesso à universidade e aos cursos técnicos, antes apontados como fator de sucesso do governo. Até que, associados ao Tribunal de Contas da União, centraram fogo numa manobra contábil corriqueira que agora passou a se chamar pedalada fiscal e que foi alçada à categoria de crime de responsabilidade. Na falta de acusação melhor, esta serve! Mas a preparação efetiva do golpe foi secundada pela ajuda que veio de dentro do próprio Planalto, mais especificamente, do terceiro andar do palácio, do gabinete da própria. Essa ajuda foi a inabilidade de Dilma para saber lidar com o bando de aliados que a cercava. Um zoológico de múltiplas variedades e aparências, em meio a oposicionistas sinceros, com uma fome em comum, a fome do poder fácil. O país pôde conhecê-los vociferando no domingo discursos toscos e ultrapassados, mas de acordo com o figurino de fidelidade às poderosas bancadas do boi, da Bíblia e da bala, aos interesses da Fiesp e outros talvez inconfessáveis. Pelos maçons do Brasil, contra o ensinamento da mudança de sexo nas escolas, pela paz em Jerusalém, por todos os corretores de seguro, pela minha mãe Lucimar, pelos militares de 64, pela minha tia Eurides, que cuidou de mim quando eu era pequeno, por Carlos Brilhante Ustra, o terror de Dilma… Na sua algaravia, deixemos claro, um bando afinado e orquestrado sob a batuta inteligente de um político que se usasse sua competência para fazer o bem certamente teria muito a contribuir com o país. Mas tal qual um Lúcifer, Eduardo Cunha é um anjo caído, que só alimenta inveja, rancor e desejo de acumular poder e riqueza. Nesse ponto, o plano já havia fugido ao controle dos tucanos e caído no colo do PMDB, um partido conhecedor dos atalhos para se chegar ao poder. Dilma não soube sequer manter aparências de boa convivência com o elegante vizinho do lado, esse um animal da ordem dos quirópteros, que se movimenta na penumbra e se alimenta da energia vital daquele que o nutre. Quando saiu da sombra, Michel Temer revelou sua perigosa astúcia. É que Dilma não é Lula. Ela é uma lutadora, uma resistente, uma técnica que não sabe lidar com a malandragem dos corredores da política. Talvez o plano tão bem engendrado, mas não exatamente assim preparado, não tivesse frutificado se não fosse a leniência do Judiciário. Sob o argumento suspeitoso de não querer interferir no Poder alheio, o Supremo Tribunal Federal deixou os bichos correrem soltos. Tivesse o STF dado um basta às diatribes do presidente da Câmara, certamente o debate em torno do impeachment, sem o seu tocador principal, não teria progredido. Uma questão envolvendo foro por prerrogativa de função fica sem resposta: se por muito menos um senador, Delcídio do Amaral, foi preso, por que um deputado federal jamais foi admoestado, mesmo com tantas provas criminosas contra ele? O STF deve essa explicação à história.
O seu sucesso só depende de você mesmo!
Odilon Medeiros Mestre em Administração, Especialista em Psicologia Organizacional, Coach, Pós-graduado em Gestão de Equipes, MBA em Vendas, consultor e palestrante. www.odilonmedeiros.com.br / om@odilonmedeiros.com.br Sucesso é uma coisa que todo mundo quer, não é verdade? Mas essa “coisa”, não cai do céu. Você é o responsável para obtê-lo ou não. Atletas e outras pessoas de sucesso repetem uma frase que traduz exatamente o que eu estou falando: “quando mais eu treino, mais “sorte” eu tenho”. O que você entende por essa afirmação? O meu entendimento é que elas são responsáveis pelo próprio sucesso. Eu, por exemplo, sempre me responsabilizo por tudo o que acontece comigo. Entendo que você tem a opção para tudo. Inclusive para decidir se quer ter sucesso ou apenas ficar lamentando por não ter conseguido o que os outros conseguiram. Aliás, é muito comum encontramos pessoas que responsabilizam todos e tudo pela sua falta de sucesso. É a inflação, é a falta de tempo, é o governo, é o chefe, etc. Só não responsabilizam a si mesmo. Seria justo? Cada um de nós vive de acordo com o seu modelo mental. O pessimista alimenta-se apenas de pensamentos negativos e das dificuldades, o empreendedor não se contenta com o que já existe e cria novas soluções, o otimista é capaz de transformar as situações mais difíceis em oportunidade, o acomodado simplesmente só reclama, mas não faz nada para mudar. E você teria condições de se classificar como? Entendo que o que falta em muita gente é iniciativa e não saber tomar decisões, passando o comando da sua vida para os outros. O interessante é notar que tudo isso é de fácil solução. Uma dica é analisar casos de sucesso. O que as pessoas estão fazendo para obter sucesso? Você saberia dizer? Às vezes são ações tão fáceis de serem realizadas… Para reflexão, trago um verso onde o poeta instiga as pessoas a não deixarem a vida passar; a mão deixarem um legado… Ah, eu que não me sento No trono de um apartamento Com a boca escancarada cheia de dentes Esperando a morte chegar. Boa semana para todos. O meu legado é fazer com que as pessoas não passem “em branco” pela vida. Elas podem produzir tanto, não é mesmo? Pense nisso. Aja e seja feliz!
A ECONOMIA BRASILEIRA NA BERLINDA
DILSON M. BARRETO ECONOMISTA Seja qual for o resultado do impeachment, não haverá qualquer alteração no desempenho da economia brasileira, pelo menos neste ano de 2016. A situação continuará confusa e por maiores que sejam realizadas acordos pacificadores, é difícil o restabelecimento do grau de confiança dos diversos agentes econômicos no curto prazo, mesmo que novas recomposições ministeriais, com destaque para a área monetário-financeira se procedam por força das reais necessidades de estabelecer um novo rumo para o País. Ainda durante este primeiro semestre os ânimos continuarão alterados, dificultando a aprovação de medidas corretivas que garantam as mudanças necessárias. Tudo indica que os diagnósticos realizados pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getúlio Vargas e pelo Fundo Monetário Internacional se manterão em vigor. O maior erro do Governo e dos próprios políticos foi deixar que a crise se agravasse ainda mais em 2.015, ampliando o processo de desaceleração da economia que deverá continuar ocorrendo em 2.016. Os problemas internos e externos que anteriormente emperravam a engrenagem econômica, tornam-se ainda mais evidentes, neutralizando possíveis conversas que sejam feitas entre os políticos dos vários partidos e o Governo para debelar a crise. A instabilidade continuará persistindo ainda por um bom tempo, seja qual lado saia vitorioso, isto porque os erros cometidos na condução da política econômica nos últimos anos e a agressividade exuberante difícil de ser apagada a curto prazo, além de deixar profundas marcas, concorrerão para dificultar uma mudança de rota. O ranço da derrota e a falta de civilidade democrática, se não contornados, contribuirão para a permanência desse estado de coisas por algum tempo mais. Analisando os recentes dados publicados pelo IBRE/FGV relacionados ao período janeiro a março de 2.016, observamos que a situação da economia brasileira continua bastante fragilizada, com a maior parte dos indicadores piorando à medida que os meses vão passando. Assim, enquanto em janeiro aquele Instituto fazia uma previsão do Produto Interno Bruto (PIB) com queda de -3,0%, o consumo das famílias reduzindo 3,1%, a formação bruta do capital tendo uma queda de 8,5%, as importações tendo uma redução de 12,7%, a indústria de transformação apresentando um crescimento negativo de 9,5% e a construção civil encolhendo 4,1%, os resultados observados no mês de março evidenciaram um quadro menos promissor: PIB -3,4%, consumo das famílias -4,7%, importação -10,2% (melhoria talvez pela perspectiva de melhora no nível de confiança da atividade industrial estimulado pelas exportações), indústria de transformação -9,2%, construção civil -2,7%, sendo acompanhado por outros dois segmentos que anteriormente não exerciam tanta pressão sobre o Produto Interno Bruto: o comércio, com perspectiva de um crescimento negativo da ordem de 7,2%, e o setor transportes (-8,3%). Conforme avaliação realizada pelo IBRE, levado pelo aumento do seu grau de endividamento, queda no nível de renda e ameaça cada vez mais forte de desemprego, “o processo de forte contração da demanda doméstica permanece em andamento, sem sinais de desaceleração”. Tudo isto sem falar no endividamento público que também não para de crescer, dificultando o ajuste fiscal. Em termos de cenários projetados para o final do ano em curso, em janeiro a estimativa era de um crescimento negativo do PIB em 3,0%. Já no mês de fevereiro o painel do IBRE toma uma nova performance, com os otimistas prevendo um crescimento negativo de apenas 2,5%, e os pessimistas fixando-se em -4,0%. Como o Fundo Monetário Internacional corrigiu recentemente sua estimativa para o PIB do Brasil em -3,8%, é possível que, até encerrar-se o ano de 2.016 com ou sem governante novo, esta previsão pessimista venha ocorrer. A única boa notícia é que, mesmo considerando os sinais de enfraquecimento da economia mundial, as exportações brasileiras vêm apresentando crescimento positivo, contrabalançando os números negativos presentes nos demais setores da economia e permitindo com isso diminuir significativamente o déficit em conta corrente, fato este que contribui para reduzir a vulnerabilidade externa do País. Já foi demonstrado que a política de juros elevados para conter a inflação tornou-se inócua e que esta está cedendo justamente pelo alto índice de desemprego, recessão persistente e continuada que reduz o consumo das famílias, não permitindo também às empresas ajustarem seus custos aos níveis da inflação, e também pelo beneplácito da queda temporária da taxa de câmbio. Segundo os diversos analistas, a situação da economia brasileira deverá prolongar-se até, pelo menos o primeiro trimestre de 2.017, continuando assim os vai e vens para colocá-la na direção correta. Tudo leva a crer, pelos dados até agora divulgados, que a recessão irá aprofundar-se ainda mais e o desemprego poderá alcançar a casa dos dois dígitos. Enquanto em 2.015 a destruição de empregos atingiu o volume de 1,64 milhão, espera-se para 2.016 que o número de desempregados alcance o montante líquido de 2,2 milhões. Para os pesquisadores do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), enquanto 2.015 teve como destaque as fortes demissões na construção civil e na indústria de transformação, neste ano de 2.016 serão os setores comércio e serviços (que conjuntamente empregam mais de 70% da força de trabalho) que, embalados pela onda da deterioração do consumo das famílias e da crescente inadimplência, passarão a apresentar mais dispensas. O processo político em curso indica que chegou a hora da verdade. Ninguém espere, após concluído o processo de impeachment, soluções radicais para ajustar a economia. Mesmo sendo fundamentais para colocar a ordem econômica no seu devido lugar, elas não virão de imediato tanto de um lado como de outro. Por enquanto, como não existe mágicas, a economia continuará reprimida, permanecendo na berlinda por mais algum tempo, esperando que os jogadores apostem suas últimas fichas. Muita água rolará antes que a racionalidade venha predominar entre os agentes econômicos. O importante agora é torcer para que o radicalismo não se acentue e a paz e a concórdia venham reinar no seio da sociedade eliminando-se os divisionismos preconceituosos intencionalmente difundidos num processo separatista que apenas serviu para cultivar o ódio. O momento agora é de entendimento e união nacional pelo bem do Brasil. Somente assim encontraremos uma saída.
Janaína merecia um anúncio
Stalimir Vieira Diretor da Base Marketing A gente deve ao Washington não apenas a consagração de uma cara brasileira para a publicidade, que experimentou a sua melhor fase nos anos 1980, mas deve principalmente algumas das atitudes mais corajosas que o negócio tomou. Mais do que coragem para criar o surpreendente, o inusitado, a coragem para convencer o cliente a entrar no jogo. Um caso emblemático, a que tive o imenso prazer de viver de perto, foi a campanha de relançamento do sapato 752 da Vulcabrás. O Washington, simplesmente, convenceu os irmãos Grendene a aprovar comerciais estrelados por Leonel Brizola e Paulo Maluf, dois dos maiores expoentes políticos da época. Sim, e ainda convenceu Brizola e Maluf a entregarem o que ele havia prometido ao cliente. E, por pouco, muito pouco, não conseguiu dobrar, inclusive, aquela figura fascinante do Jânio Quadros. Como criativo, o Washington se servia dos acontecimentos do dia, consciente de que o melhor atalho para consagrar qualquer coisa muito rápido era pegar uma carona no que estava em evidência, não importa em que área, mesmo que fosse na improvável política, tida preconceituosamente como de associação inconveniente às marcas. Ou seja, o Washington foi pioneiro na obtenção de um resultado que só surgiria, formalmente, décadas depois, com o advento da internet e, por consequência, do YouTube e das redes sociais: a viralização de uma ideia publicitária. Toda campanha, todo comercial, todo anúncio eram pensados para viralizar e, quando o Washington conseguia ir até o fim com seus planos, fatalmente o trabalho viralizava. Lembrei de tudo isso ao ver (e muito me divertir) com as dublagens produzidas para a performance “metaleira incorporada” da advogada Janaína Paschoal, durante discurso em evento de apoio ao impeachment na USP. Uma oportunidade dessas jamais seria desperdiçada pela DPZ ou pela W/Brasil na década de 1980. Não se passariam 24 horas sem que Janaína fosse convidada para um comercial ou que se criasse alguma analogia, produzida a toque de caixa para entrar no ar imediatamente (alguma dúvida se um Carlinhos Moreno “Janaína” estaria no ar no dia seguinte, vendendo Bombril?). O que mudou? Mudou o fato de que o mundo criativo foi se isolando do mundo real, deixou de olhar para os acontecimentos de repercussão do cotidiano como uma alavanca poderosa para tornar-se uma ideia rapidamente conhecida. Hoje, o sujeito senta na frente do computador para criar alguma coisa e todas as referências, compreendidas como adequadas para seu trabalho, são sites, blogs e os capítulos dos seriados a que acompanha. Ou seja, hoje é mais importante ser descolado do que ser informado. A vida real só serve para a gente brincar na internet, compartilhando montagens e dublagens (extremamente criativas, por sinal). Aquela energia criativa antes dedicada a sacar anúncios de oportunidade em cima dos fatos foi desviada para atividades que se encerram em si mesmas. Na hora de fazer o job, desliga-se esse humor debochado e se começa a pensar “publicidade” como um negócio a parte. De preferência, sem surpresas e sem riscos.
Levantamento Sistemático da Produção Agrícola
O IBGE publica, mensalmente, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, com a previsão de safra para o ano corrente. No último dia 07 de abril foram publicados os dados referentes à previsão de safra em 2016. A produção agrícola de Sergipe apresentou expectativa de crescimento significativo em algumas culturas, como Arroz, Feijão (2ª Safra), Milho (2ª Safra) e Abacaxi, todos com previsão de crescimento acima de 50%. Os dados com as principais culturas agrícolas do estado encontram-se na tabela abaixo. Sergipe – Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (Março 2016) Produto Safra 2015 Safra 2016 Var (%) Arroz (Toneladas) 25.164 59.671 +137,1 Feijão (2ª Safra) (Toneladas) 7.313 13.356 +82,6 Milho (2ª Safra) (Toneladas) 495.095 770.000 +55,5 Abacaxi (Mil frutos) 18.531 28.800 +55,4 Cana-de-açúcar (Toneladas) 3.220.415 3.579.650 +11,2 Amendoim (2ª Safra) (Ton.) 1.878 1.980 +5,4 Banana (Toneladas) 29.337 29.555 +0,7 Tomate (Toneladas) 2.565 2.565 0,0 Coco-da-baía (Mil frutos) 240.943 235.664 -2,2 Mandioca (Toneladas) 380.182 372.000 -2,2 Fumo (Toneladas) 467 455 -2,6 Laranja (Toneladas) 552.751 510.150 -7,7 Feijão (1ª Safra) (Toneladas) 679 510 -24,9 Fonte: IBGE/LSPA ITALIANA ENEL GREEN POWER INICIA CONSTRUÇÃO DE USINAS SOLARES NA BAHIA – A italiana Enel Green Power iniciou a construção de mais duas usinas solares na Bahia, em um investimento estimado em aproximadamente 175 milhões de dólares para implementar 158 megawatts em capacidade instalada. As plantas, que têm previsão de entrada em operação no segundo semestre de 2017, foram viabilizadas em leilão realizado pelo governo federal em agosto de 2015. REVISTA EXAME DESTACA SERGIPE COMO NOVO POLO AGRÍCOLA DO NORDESTE – A revista de circulação nacional especializada em economia e negócios, Exame, apresentou o estado de Sergipe como novo polo agrícola brasileiro. A edição de número 1.110, publicada em março, destaca o crescimento do setor agrícola, mesmo em tempos de turbulência econômica, e destaca Sergipe como novo polo agrícola, com destaque na produção de milho. Em 2015, o setor colheu uma safra recorde de grãos e fechou o ano gerando um saldo positivo de U$ 75 bilhões na balança comercial. Para este ano, a previsão é que os agricultores quebrem o recorde de produção pelo sétimo ano seguido. PRODUÇÃO INDUSTRIAL VOLTA A CAIR EM FEVEREIRO – Depois de ter interrompido em janeiro a série de queda mensal, a produção industrial vltou a cair em fevereiro, dessa vez, 2,5%. Na comparação com fevereiro de 2015, a retração foi de 9,8%. A quea da produção no Nordeste foi maior do que a média do Brasil em fevereiro, mas na comparação com o mesmo mês do ano anterior a produção industrial do Nordeste recuou bem menos, 3,3%. Nessa comparação, a indústria de Pernambuco tem apresentado desempenho bem pior do que os demais estados da região para os quais são publicados os resultado,Ceará e Bahia. Produção Física da Indústria Geral (%) Descriminação Jan/16 Fev/16 Fev 16/ Fev 15 Brasil 0,4 -2,5 -9,8 Nordeste 1,1 -3,6 -3,3 Amazonas -2,3 -4,7 -25 Pará 6,8 6,2 15,4 Ceará 2,5 -2,8 -10,4 Pernambuco -2 -2,5 -26,2 Bahia 1,7 -7,9 11 Minas Gerais -1,1 -0,7 -11,6 Espírito Santo -4,1 5,3 -18,6 Rio de Janeiro -1,4 -1,9 -3,1 São Paulo 1,4 -2,1 -12,3 Paraná 2 -1,6 -9 Santa Catarina 3,5 -3,3 -4,8 Rio G. do Sul 2,8 -1,3 -5,4 Goiás -1,8 4,1 -0,6 Fonte: IBGE-PIM PARAÍBA DEVERÁ TER NOVA LOJA DA REDE WALMART COM GERAÇÃO DE 1,3 MIL EMPREGOS – O Governador da Paraíba informou que o Walmart, um dos maiores grupos do mundo, no setor de alimentação, solicitou cadastramento de inscrição estadual para uma unidade em Campina Grande. O novo empreendimento deverá ficar pronto em oito meses e promete geração de 1,3 mil empregos. EXPORTAÇÕES DO 1º TRIMESTRE DE 2016 SOBEM EM QUATRO ESTADOS DA REGIÃO E CAEM EM CINCO – As exportações dos estados nordestinos somaram US$ 2,76 no 1º trimestre de 2016, frente a US$ 2,99 do mesmo período de 2015. Alagoas teve o pior desempenho da região, com queda de 41,3%, por conta do desempenho das exportações de açúcar, enquanto Pernambuco apresentou o maior crescimento, por conta das exportações de de óleo da refinaria de Suape de automóveis da FIAT. Exportações do Estados do Nordeste entre janeiro e março de 2015 e 2016 (US$) Estados 2015 2016 Taxade crescimento (%) Maranhão 617.019 488.542 -20,8% Piauí 24.228 24.391 0,7% Ceará 252.553 237.800 -5,8% Rio G. do Norte 53.616 60.934 13,6% Paraíba 35.775 31.015 -13,3% Pernambuco 136.189 201.638 48,1% Alagoas 226.196 132.866 -41,3% Sergipe 17.583 19.259 9,5% Bahia 1.629.846 1.564.913 -4,0% Nordeste 2.993.004 2.761.356 -7,7% Fonte: MDIC-SECEX BATERIAS MOURA TERÁ NOVA FÁBRICA EM PERNAMBUCO – O município de Belo Jardim, localizado em Pernambuco, receberá investimentos de R$ 209 milhões para construção de uma fábrica de baterias automotivas. A operação deve gerar cerca de 150 empregos diretos. A expectativa é de que a primeira etapa do projeto entre em operação já no segundo semestre de 2017. A consolidação do empreendimento está prevista para os próximos três anos. A planta estará preparada para atender as novas demandas de veículos, como os híbridos e os elétricos. O município de Belo Jardim se tornou um polo industrial do grupo. No município já estão em funcionamento uma unidade de baterias automotivas, uma metalúrgica, uma planta de injeção de plástico, uma fábrica de baterias industriais e um centro de distribuição. O complexo como um todo emprega 2.300 empregados e atende a demanda de todo o país. Além de mercados na América do Sul e alguns países da Europa e Ásia. Toda e exportação e importação é realizada via Porto de Suape. O ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO, ou simplesmente IPCA, tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, referentes ao consumo pessoal das famílias, cujo rendimento varia entre 1 e 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos. É calculado pelo IBGE desde 1980 e desde junho de 1999 é utilizado pelo Banco Central do Brasil como sendo o índice oficial de inflação no país. Foram divulgados para outubro os valores das Regiões Metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife,
Google é a marca mais influente do Brasil pela Ipsos
Foi divulgado na manhã de terça-feira, 12, em São Paulo, o ranking Ipsos The Most Influential Brands, que traz o Google como marca mais influente para o brasileiro. O levantamento, realizado entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, traz ainda outras duas gigantes da tecnologia no pódio: Microsoft e Facebook ocupam o segundo e o terceiro lugar, respectivamente. Ainda no segmento tecnologia, Samsung aparece em quarto lugar, seguida por YouTube, em quinto. Completam o ranking das dez marcas mais influentes Nestlé, Johnson&Johnson, Colgate, Natura e Havaianas – as duas últimas marcas nacionais. Realizada pela Ipsos desde 2012 em 21 países, a pesquisa analisa as marcas e seu poder de influência no cotidiano e no comportamento dos consumidores. No Brasil, foram ouvidas mil pessoas por meio de painéis online que consideraram os seguintes drivers de influência: liderança/inovação, responsabilidade social, confiança, presença e engajamento. “Influência importa. E influência é difícil de conquistar e de reter”, justificou o Chief Operating Officer da Ipsos Canadá e idealizador do estudo, Steve Levy, durante a apresentação do estudo. BANCO DO NORDESTE ASSINA ACORDO TÉCNICO COM SINDICATO FARMACÊUTICO –Um Acordo de Cooperação Técnica e Financeira assinado entre o Banco do Nordeste e o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Sergipe (Sicofase) objetiva estabelecer condições para operacionalização dos procedimentos necessários para efetivar financiamentos e empréstimos. A assinatura do termo aconteceu no escritório da Superintendência Estadual do Banco do Nordeste e reuniu, além do superintendente estadual, Saumíneo Nascimento, o presidente do Sicofase, Alex Garcez, o presidente do Sindicato dos Lojistas de Sergipe (Sindilojas), Gilvan Figueiredo, e o executivo dos dois sindicatos, Marcos de Morais. O Acordo prevê que as 170 empresas associadas ao Sicofase possam solicitar apoio creditício ao Banco do Nordeste para investir ou para incrementar suas vendas por meio de capital de giro. A análise e a contratação serão de forma mais ágil e simplificada para negócios de até R$ 1 milhão. Ao todo, o Banco disponibilizará o montante de R$ 20 milhões por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), além de recursos próprios da instituição, desde que haja disponibilidade. Para o presidente do Sicofase, o momento é de grande importância para categoria, pois abre possibilidade dos associados terem à disposição linhas de financiamentos e empréstimos para enfrentar as dificuldades do comércio em tempos de crise econômica. CAI A PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL EM SERGIPE – A produção de petróleo em Sergipe, no mês de fevereiro de 2016, ultrapassou 944 mil barris equivalentes de petróleo (bep), sendo 6,7% menor ante janeiro de 2016. Já no comparativo anual (fevereiro/2015), houve recuo de 13,6% na produção. Foram produzidos 231 mil bep em mar, uma redução de 10,4% em comparação com o mês imediatamente anterior, janeiro de 2016, já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve recuo de 26,6%. A produção em mar corresponde a 24,5% da produção total. Já a produção em terra, que responde pelos 75,5% restantes, foi de 713 mil bep, ficando 5,5% abaixo da produção do mês de janeiro de 2016, e 8,2% menor que a do mês fevereiro de 2015. A produção de gás natural ultrapassou os 493 mil bep, no segundo mês do ano, mostrando uma redução de 4,9%, na comparação com o mês imediatamente anterior, janeiro último. No segundo bimestre desse ano, a produção de gás natural apresenta queda de 8,9% em relação ao mesmo período de 2015. A produção em Mar segue como a principal fonte de produção do gás em Sergipe, com uma produção superior aos 454 mil bep, responsável por 92% do total produzido no estado. Enquanto a produção terrestre foi de 39,9 mil bep, o que representou apenas 8%, da produção. VALOR DA CESTA BÁSICA FICOU EM R$ 349,32 PARA ARACAJU – O valor da cesta básica registrado na capital sergipana em março foi R$ 349,32. Desde janeiro de 2016, o DIEESE está publicando o resultado para as 27 capitais brasileiras. Os menores valores foram observados em Natal (R$ 325,98), Maceió (R$ 342,55) e Rio Branco (R$ 342,66). Já os maiores custos da cesta básica foram registrados em Brasília (R$ 444,74), São Paulo (R$ 444,11) e Florianópolis (R$ 441,06). Em relação ao mês de fevereiro, do corrente ano, o preço da cesta básica de Aracaju subiu 3,5%. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior (março/2015), o valor da cesta apresentou alta de 14,2%, variações em termos absolutos, ou seja, sem levar em consideração a inflação do período. Analisando o desempenho dos preços dos alimentos, em relação ao mês anterior, notou-se aumento no preço da maioria dos produtos da cesta, nas capitais do Brasil. O preço do leite, por exemplo, aumentou em 24 das 27 cidades pesquisadas, Aracaju apresentou a maior alta dentre elas (+15,64%). Além do leite, o café (+7,12%) apresentou a maior alta em Aracaju, elevando-se em 24 capitais. A colheita dos grãos começou no final de março e deve chegar ao mercado em abril. O clima também atrasou a maturação dos grãos. Entre os produtos que apresentaram redução no mês em análise, os mais expressivos foram a tomate (-21,4%), a banana (-2,46%) e a carne (-2,10%). EMPRESAS DE ÔNIBUS DE ARACAJU MULTADAS EM R$ 500 MIL – A juíza titular da 5ª Vara do Trabalho de Aracaju, Eleusa Maria Passos, condenou as empresas Viação Modelo, Halley e Capital Transportes Urbanos, solidariamente, ao pagamento de multa no valor de R$ 500 mil por danos morais coletivos. A ação que originou o processo foi ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE), em janeiro de 2015. Na ação, o MPT denunciou diversas irregularidades trabalhistas praticadas pelas empresas, dentre elas: fraude e manipulação no cartão de ponto dos empregados, jornadas de trabalho em desacordo com a lei, pagamento de horas extras sem declaração no contracheque e descumprimento dos intervalos inter e intrajornada. Além disso, só eram aceitos atestados médicos emitidos por profissionais de um plano de saúde específico e os empregados que descumpriam a regra não tinham suas faltas abonadas, podiam inclusive sofrer