Importações sergipanas se mantém em destaque na balança comercial de junho


Análise realizada pelo Centro Internacional de Negócios – CIN/SE, da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), com apoio do Núcleo de Informações Econômicas (NIE), com base nos dados do Comex Stat, sistema para consultas e extração de dados do comércio exterior brasileiro, disponibilizado pelo Ministério da Economia, apontou que as exportações sergipanas, em junho deste ano, somaram US$ 3,8 milhões, assinalando recuo de 16,6% em relação a junho de 2018. Quando comparado com o mês imediatamente anterior, maio último, verificou-se retração de 12,9% nas vendas externas.

Dentre os 34 produtos sergipanos destinados ao mercado internacional, no mês em análise, destacaram-se o suco (sumo) de laranja, não fermentado com US$ 1,3 milhão em vendas, seguido de outros recipientes tubulares, de alumínio, de capacidade não superior a 300 litros com US$ 863,4 mil e aquecedores elétricos de água, incluindo os de imersão que somou US$ 346,7 mil. Esses três produtos compreenderam 64,9% da pauta de exportações do estado.

Em relação a destinação dos produtos, enviamos principalmente para Colômbia (pouco mais de US$ 1 milhão), Bélgica (US$ 802 mil) e Holanda (US$ 677,7 mil).

Importações sergipanas em junho/2019

Pelo segundo mês consecutivo, o montante registrado nas importações teve destaque.  Foram adquiridos 207 produtos através das importações sergipanas, que totalizaram US$ 249,7 milhões, representando queda de 6,5% em relação ao mês anterior, porém, mantendo-se com um total atípico para série histórica dos produtos importados.

Os principais produtos adquiridos foram: Condensadores para máquinas a vapor (US$ 102,6 milhões), Outros grupos eletrogêneos (US$ 62,7 milhões), Outros aparelhos e dispositivos para tratamento de matérias por meio de operações que impliquem mudança de temperatura (US$ 52,8 milhões). Juntos eles representaram 87,4% das compras externas, no mês em análise.

Quanto à origem dos produtos adquiridos, o principal fornecedor foi a Suíça com US$ 241,2 milhões ou 96,6% do total importado. Em seguida, o Egito respondeu por 0,8% (US$ 2,1 milhões).

 

Fonte: NIE/FIES

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