As eleições para o Senado na Bahia definiram os representantes do estado no Congresso Nacional com a vitória de dois nomes do Partido dos Trabalhadores. Com a totalidade das urnas apuradas, o pleito definiu as cadeiras em disputa no estado.
Votação expressiva define os vencedores
O candidato Rui Costa (PT) liderou a preferência do eleitorado baiano e obteve a maior votação no domingo (4), alcançando 4.335.196 votos, o que representa 30,07% dos votos válidos. Logo em seguida, garantindo a segunda vaga do estado, Jaques Wagner (PT) somou 3.986.690 votos, atingindo 27,65% da preferência.
Na terceira posição da disputa ficou Angelo Coronel (Republicanos), que registrou 2.898.885 votos, equivalente a 20,11%, ficando de fora das vagas. O pleito também registrou índice de abstenção de 19,98% na Bahia, além de 6,74% de votos em branco e 13,57% de votos nulos.
Perfil e patrimônio dos eleitos
Natural de Salvador (BA), Rui Costa é casado e informou à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 1,3 milhão. A chapa vitoriosa conta com os suplentes Ronaldo Carletto (Avante) e Jailma (PT).
Por sua vez, Jaques Wagner nasceu no Rio de Janeiro (RJ), é casado e declarou bens avaliados em R$ 24,5 milhões à Justiça Eleitoral. A sua composição de chapa traz Edvaldo Brito (PSD) e Aladilce (PC do B) como suplentes.
Regras da disputa legislativa
O processo de escolha para o Senado federal obedece ao sistema majoritário, onde os concorrentes que obtêm mais sufrágios ocupam os postos, sem a realização de segundo turno. O mandato tem duração de oito anos, e cada titular conta com dois suplentes que podem assumir o cargo conforme a legislação.
Para concorrer ao posto, a idade mínima exigida é de 35 anos completos até a data da posse, que está marcada para 1º de fevereiro de 2027. No mesmo pleito, os eleitores também votaram para presidente, governador e cargos de deputados federais e estaduais.
Fonte: Política - Folha




